PN - Alguém viu algum país árabe lançar bombas nucleares por área?
Em seu discurso, Macron alerta que, desde o último pronunciamento em 2020, “nossos concorrentes evoluíram, assim como nossos parceiros”, e isso exige uma mudança na doutrina nuclear francesa.
Ele afirma que o elemento dissuasor precisa ser "reforçado", implementado de forma mais preventiva e considerado no contexto europeu, respeitando a soberania francesa, e que a responsabilidade final por sua utilização sempre caberá ao presidente francês em exercício.
Mas ele afirma que, em reconhecimento aos novos desafios, a França precisará aumentar o tamanho de seu arsenal nuclear.
Ele afirma ter ordenado o aumento do número de ogivas nucleares disponíveis para a França, mas não revela o número exato.
Merz afirma que planos concretos visam avançar na cooperação nuclear franco-alemã até o final do ano.
O chanceler alemão Friedrich Merz também confirmou os planos.
Lembrem-se que Macron afirmou que a Alemanha era um "parceiro fundamental" no programa, e ambos os líderes já haviam insinuado anteriormente a sua cooperação nesta área, mais recentemente nos seus discursos na Conferência de Segurança de Munique.
Merz disse em X:
“[Emmanuel Macron] e eu estabelecemos um grupo de direção nuclear no qual coordenamos as questões de dissuasão. Pretendemos tomar medidas concretas antes do final deste ano, incluindo a participação convencional alemã nos exercícios nucleares franceses.”
Por: Jakub Krupa
Fonte: The Guardian
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