Presidente da Fifa defende fim do boicote das entidades esportivas à Rússia

 PN - Por que boicotar a Rússia e Israel não?

O presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol), Gianni Infantino, afirmou que vai avaliar o fim do boicote imposto à Rússia e defendeu que “exclusões não trouxeram nada de bom”. Além da Fifa, outras entidades esportivas, como o COI (Comitê Olímpico Internacional), puniram os esportistas russos por razões de ordem política.

A declaração de Infantino foi feita em entrevista à Sky News e divulgada nesta segunda-feira (2), em meio ao debate sobre a manutenção das sanções esportivas. Desde o início da guerra na Ucrânia, em 2022, a seleção russa e os clubes do país estão suspensos de competições organizadas pela Fifa e pela Uefa (União das Associações Europeias de Futebol) . A medida impediu a seleção russa de disputar a Copa do Mundo do Catar em 2022, as Eliminatórias para o Mundial-2026 e torneios continentais. 

Segundo Infantino, a política de banimento “não alcançou nada” e acabou gerando “mais frustração e ódio”, sem resultar em vantagens objetivas. “Temos que analisar isso, definitivamente”, afirmou o dirigente ao ser questionado se irá explorar a reintegração da Rússia. “Esse banimento apenas criou mais frustração e ódio”, disse, acrescentando que permitir que jovens russos voltem a disputar partidas internacionais “ajudaria” a reduzir tensões.

Infantino também defendeu a revisão das regras internas da entidade para evitar que seleções nacionais sejam punidas por decisões de seus governos. Segundo ele, a Fifa “não deveria banir países por atos de líderes políticos”, reforçando a tese de que o futebol deve funcionar como espaço de encontro em um mundo marcado por divisões.

Em 2023, Fifa e Uefa chegaram a flexibilizar parcialmente as restrições para permitir a participação de equipes russas sub-17 sob bandeira neutra e sem símbolos nacionais, embora a medida tenha enfrentado resistência de federações europeias. Com isso, a seleção principal russa tem disputado apenas amistosos, fora do calendário oficial das competições internacionais.

A possibilidade de reintegração ocorre num momento em que o debate sobre sanções esportivas se amplia em diferentes modalidades. No movimento olímpico, atletas russos e bielorrussos vêm competindo sob status neutro, após decisões do Comitê Olímpico Internacional (COI).

Fonte: Portal Vermelho


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