Efeito Lula: Após isenção do IR, tarifa zero para ônibus começa a ser discutida no governo

 PN - O deputado federal Jilmar Tatto recebeu o estudo da Universidade de Brasília que calcula em R$ 80 bilhões por ano o custo para implementar tarifa zero em ônibus em cidades com mais de 50 mil habitantes. 

O levantamento considera que cerca de 160 milhões de pessoas seriam atendidas, com metade do valor financiada pela União. Tatto afirmou que vai entregar o material ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas próximas semanas. As informações são da coluna de Guilherme Amado, do site PlatôBr.

Segundo o parlamentar, a proposta deve ser incorporada ao programa de governo de Lula e tratada como pauta social prioritária do PT. Ele compara o tema ao debate sobre a ampliação da isenção do Imposto de Renda, defendendo que ambos têm forte apelo eleitoral e impacto direto na vida da população. 

O deputado foi secretário de Transportes nas gestões de Marta Suplicy e Fernando Haddad em São Paulo e é autor do projeto de lei que formaliza a tarifa zero.

Hoje, 138 cidades brasileiras já adotam algum modelo de gratuidade no transporte municipal. A maior delas é Caucaia, na região metropolitana de Fortaleza, com 378 mil habitantes. 

O PT avalia que um possível plano federal poderia começar por municípios-piloto, avançando conforme a disponibilidade orçamentária. Tatto menciona São Caetano do Sul, no ABC Paulista, como outro exemplo relevante.

O parlamentar diz acreditar que a proposta tende a atrair apoio de prefeitos de diferentes espectros políticos. Para ele, a crise no transporte público cria um consenso de que apenas aumentar tarifas não resolve o problema de queda de passageiros. Em sua avaliação, prefeitos de direita e do Centrão já sinalizam concordância com o modelo.

Tatto também afirma que a turbulência política na Câmara não deve travar o andamento do projeto. Ele compara a discussão à da tabela do Imposto de Renda e argumenta que poucos parlamentares estariam dispostos a votar contra uma pauta vista como popular. A expectativa é que o tema ganhe relevância em 2026.

O estudo será apresentado ao presidente Lula no contexto de discussões internas do governo sobre políticas sociais e mobilidade urbana. A iniciativa também se relaciona às movimentações para as eleições de 2026, em que o PT pretende destacar projetos com ampla repercussão nacional.

Com informações DCM


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