PN - O Governo Central – formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – encerrou o primeiro bimestre de 2025 com superávit primário de R$ 53,184 bilhões, um aumento real de 136,5% em relação ao mesmo período de 2024.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, durante apresentação do Resultado do Tesouro Nacional (RTN) do mês.
A receita total cresceu 2,3% em fevereiro e 3,1% no bimestre, enquanto as despesas caíram 12,6% no mês e 4,8% no acumulado.
“A redução reflete a ausência de pagamentos de precatórios neste ano, que impactaram a base de comparação”, explicou Ceron. Em fevereiro, o déficit primário foi de R$ 31,6 bilhões, queda de 48,3% ante 2024. No acumulado de 12 meses, o déficit primário ficou em R$ 13,2 bilhões (0,09% do PIB), próximo da meta zero imposta pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“É o melhor resultado fiscal em mais de uma década”, destacou o secretário. Na Previdência, o déficit do RGPS recuou R$ 23,3 bilhões em 12 meses, com redução de benefícios e alta na arrecadação.
Nas receitas, destaque para o Imposto de Importação, enquanto tributos sobre renda tiveram queda. Nas despesas, houve redução de R$ 30,8 bilhões em precatórios. Sobre a Regra de Ouro, que aponta déficit de R$ 50,2 bilhões, David Athayde, subsecretário do Tesouro, afirmou: “Há condições de ajuste ao longo do ano”.
Créditos: Revista Forum
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