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quinta-feira, agosto 25, 2016

Grafite no Porto do Rio entra para o Guinness como o maior do mundo

O mural “Etnias”, uma das maiores atrações do Boulevard Olímpico no Porto Maravilha, grafitado pela equipe do grafiteiro Eduardo Kobra, entrou para o Guinness World Records como o maior mural de grafite do mundo.
O reconhecimento foi divulgado nesta segunda-feira (22). Com 2.600m², o painel foi construído em 70 dias de trabalho, sendo 45 de pintura e 25 de produção e usou 1.890 litros de tinta branca, para a base, além de 2.800 latas de tinta spray.

De acordo com Kobra, O projeto é a continuação de uma história de luta através da arte e esse recorde não é apenas sobre tamanho. Para o artista, a obra se trata da maior pintura pela paz entre as nações.
A pintura é inspirada nos aros olímpicos e representa a paz e a união entre os povos, retratados em cinco rostos de nativos dos continentes participantes dos jogos olímpicos.
G1 Globo

O belga que quer revolucionar favelas brasileiras com energia solar no País onde a energia é a mais cara do mundo.

O sonho de Pol Dhuyvetter é tornar as favelas independentes das concessionárias de energia elétrica. Isso explica por que ele está à frente da primeira cooperativa de geração de energia solar do Brasil, localizada no Morro da Babilônia, no Rio de Janeiro.
Batizada Revolusolar, a cooperativa já conta com dois estabelecimentos locais - dois albergues -, que não só usam energia solar como a vendem para a Light durante o dia, quando a produção é maior do que o consumo.
Em breve, Dhuyvetter, que também mora na Babilônia, espera cobrir com painéis o centro comunitário e o posto de saúde locais.
"Os moradores decidirão qual o preço e o que fazer com o lucro obtido pela cooperativa", diz o belga, que chegou à Babilônia depois de tentativas frustradas de alugar um apartamento em Copacabana sem fiador.

Tarifas altas

Dhuyvetter lembra que atualmente a tarifa de energia no Brasil está entre as mais caras do mundo. De acordo com dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio, o preço é 46% superior à média internacional.
Segundo o belga, o projeto na Babilônia servirá de piloto para outras comunidades no Brasil.
No mês passado, Dhuyvetter foi convidado a explicar o projeto na Câmara dos Deputados.
"Os representantes do governo ficaram entusiasmados", diz.
A história de Pol Dhuyvetter encerra a série #Olhares, na qual a BBC Brasil trouxe depoimentos de estrangeiros sobre o Brasil durante os Jogos Olímpicos.

BBC Brasil

quarta-feira, agosto 24, 2016

Cientistas Russos Anunciam Descoberta a transmutação química de chumbo para ouro

Cientistas Russos Anunciam Descoberta Histórica Que Torna Ultrapassada a Forma como Vivemos.

Em outro desafio para o sistema babilônico financeiro do papel mágico (dinheiro) da máfia khazar e toda a pirâmide de cartéis, dois cientistas russos revelaram uma descoberta científica inovadora que mudará todo o sistema construído nos últimos milênios.
A transmutação química de chumbo para ouro, foi ouvida pela primeira vez dentro da ciência oculta conhecida como alquimia. Então, foi esse mesmo ocultismo que continuou a suprimir a descoberta usando a “segurança nacional” como desculpa abrangente contra o ativista da energia livre John Bedini, que transmutou com sucesso cobre em ouro usando 5.000 Celsius de calor e ainda explicou por que os países sobre o Anel de Fogo como as Filipinas, têm tanto depósito de ouro natural que foi extraído por empresas de mineração estrangeiras décadas atrás.
Deixando claro que existe mais de uma maneira de produzir ouro, natural e artificialmente. E este elemento muito valioso tem mais do que uma aplicação, não apenas no domínio da indústria de eletrônicos e adorno, mas também dentro do nosso bem-estar físico e tem feito parte da busca do homem pela longevidade por milhares de anos.
Então, por que é que o conhecimento pertencente a todos os itens acima não estão disponíveis atualmente ?
Em uma palavra, o capitalismo.
O capitalismo orientado para o lucro, em conjunto com um sistema econômico baseado em dinheiro, tem anulado a marcha do progresso da humanidade rumo a era galáctica. Ele tem nos impedido de alcançar o nosso pleno potencial.


domingo, agosto 21, 2016

China inaugura a ponte de vidro mais longa e mais alta do mundo

A China inaugurou neste sábado uma ponte com piso de vidro, não recomendada para pessoas com vertigem, suspensa 300 metros acima do solo no cenário espetacular do parque natural de Zhangjiajie, que inspirou o filme Avatar.
A ponte de seis metros de largura é formada por 99 placas de vidro transparentes e pode receber, simultaneamente, 800 pessoas, informou a agência de notícias oficial Xinhua.
A estrutura tem 430 metros de cumprimento, pendurada entre dois picos montanhosos do parque natural de Zhangjiajie, na província central de Hunan.
Além de percorrer a estrutura e apreciar a vista das montanhas, os turistas também poderão praticar esportes como bungee jumping ou tirolesa.
"Eu queria vir e sentir a grandeza deste trabalho. Eu não tenho medo porque parece seguro!", disse à AFP Wang Min, uma mãe que veio com seu marido e filhos.
Para demonstrar a solidez da ponte, as autoridades organizaram diversas ações de comunicação. Em um experimento, um repórter bateu com um martelo uma das pilastras, em outro, um veículo carregado de passageiros passou por cima de uma das placas, que não sofreu qualquer fissura.
"Hoje está um pouco cheio, há um pouco de confusão. Mas estar suspenso a 300 metros de altura é uma experiência única", declarou Chenglu Lin, que viajou com os seus colegas.
A agência Xinhua informou que a estrutura suporta apenas 8.000 pessoas por dia e que os turistas têm de reservar a entrada com um dia de antecedência. O passeio custa 138 yuan (20 dólares).
Para evitar qualquer dano à infraestrutura, "são proibidos câmeras, paus de selfie e sapatos de salto alto", segundo a agência.
A ponte foi projetada pelo arquiteto israelense Haim Dotan.
O governo municipal disse que um dos picos do parque Zhangjiajie poderia ter inspirado a montanha flutuante que aparece no filme Avatar, lançado em 2010 na China.
De acordo com um jornal local, um fotógrafo de Hollywood visitou o local em 2008 para tirar fotografias que foram posteriormente utilizadas pela produção.

quinta-feira, agosto 18, 2016

Cientista de Brasília cria sensor que acha câncer antes de sintoma surgir

Membro do Instituto de Microelectrónica de Madrid há seis anos, a cientista brasiliense Priscila Kosaka, de 35 anos, desenvolveu uma técnica para detecção de câncer que dispensa biópsias e que consegue identificar a doença antes mesmo do aparecimento dos sintomas. O resultado vem do uso de um nanosensor com sensibilidade 10 mihões de vezes maior que a dos métodos dos exames tradicionais em amostras de sangue dos pacientes. A previsão é de que ele esteja no mercado em até dez anos e também seja utilizado no combate a hepatites e Alzheimer. Consegui um resultado que parecia apenas um sonho há quase seis anos. O que me motivou? Conseguir proporcionar uma melhor qualidade de vida para as pessoas. Quero que o diagnóstico precoce do câncer seja uma realidade em alguns anos. Trabalho em busca de um resultado como esse desde o meu primeiro dia no Bionanomechanics Lab" 
A pesquisadora explica que o sensor é como um "trampolim muito pequenininho” com anticorpos na superfície. Quando em contato com uma amostra de sangue de uma pessoa com câncer, ele “captura” a partícula diferente e acaba ficando mais pesado. Outras estruturas relacionadas à técnica também fazem com que haja uma mudança de cor das partículas, indicando que o paciente que teve o fluido coletado tem um tumor maligno. A taxa de erro, segundo Priscila, é de 2 a cada 10 mil casos. 
“Atualmente não existe nenhuma técnica que permita a detecção de moléculas que estão em concentrações muito baixas e que coexistam com mais de 10 mil espécies de proteínas numa única bioamostra”, afirma. “Atualmente nenhuma técnica é capaz de encontrar a ‘agulha no palheiro’. Portanto, existe uma necessidade de tecnologias capazes de registrar moléculas individuais na presença de outras moléculas muito mais abundantes. E o nanosensor que desenvolvi é capaz de fazer isso.”
Reportagem completa G1 Globo

terça-feira, agosto 16, 2016

China revela ao mundo imagens da Lua que a NASA escondeu por 50 anos

Foi enviado algumas fotos por uma fonte que afirma que a China estará lançando imagens Hi Res tomadas pela sonda orbital lunar Chang'e-2, que mostram claramente edifícios e estruturas na superfície da lua. Ele também afirma que a NASA deliberadamente bombardeou áreas importantes da Lua em um esforço para destruir artefatos antigos e instalação alienigena. Fotos mostram claramente crateras de impacto nuclear e construção de detritos causados por explosões em um esforço pela NASA para destruir a verdade. A China está se movendo em direção a divulgação completa da realidade Extraterrestre, se estas imagens e as gerações futuras são verificados genuíno, então a NASA deve ser investigado por fraude e traição. China vai lançar todos os dados e imagens da Chang'e-2 nas próximas semanas e meses, vamos esperar este é o começo de uma nova era. "
Assistam o video abaixo com as imagens:





domingo, agosto 14, 2016

Prémio Nobel da Medicina denuncia: “Bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis”

Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes Farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à Saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.
Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas Farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas Farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da Saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.
A investigação pode ser planeada?
Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pela Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.
Parece uma boa política.
Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada …
E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.
Como nasceu?
A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.
Uma aventura.
Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.
Foi cientificamente produtivo?
Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.
O que descobriu?
Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de intrões no DNAeucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).
Para que serviu?
Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.
Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?
É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de Saúde… Eu tenho as minhas reservas.
Entendo.
A investigação sobre a Saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.
Explique.
indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais …
Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa Saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.
Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.
Por exemplo…
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença …
E por que pararam de investigar?
Porque as empresas Farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.
É uma acusação grave.
Mas é habitual que as Farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.
Há dividendos que matam.
É por isso que lhe dizia que a Saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.
Um exemplo de tais abusos?
Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.
Não fala sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.
Os políticos não intervêm?
Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.
Há de tudo.
Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais Farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…
18 de Junho, 2011

sábado, agosto 13, 2016

Suecos criam máquina solar capaz de purificar 600 litros de água/hora

O desejo de encontrar soluções sustentáveis para o problema da falta de água potável – que chega a assolar um bilhão de pessoas neste planeta – é o que move o casal de empreendedores suecos Annika Johansson e Greger Nilsson. Juntos, eles criaram o kit de purificação de água Greenwater, que conta com uma combinação de tecnologias: luz ultravioleta (UV) e energia solar.
O sistema de purificação da Greenwater elimina da água as bactérias patogênicas, vírus, amebas e parasitas, inclusive bactérias resistentes ao cloro, de maneira sustentável. O sistema tem capacidade para filtrar 600 litros por hora, o que equivale a um consumo diário, em média, de 80 pessoas.
Carregado por energia solar, o kit dispensa o uso da eletricidade vinda da rede, facilitando sua aplicação em regiões com pouca infraestrutura, sem acesso à energia elétrica. Além disso, o equipamento é portátil, tornando o transporte muito mais simples.
“As soluções da Greenwater podem ser aplicadas em diversos contextos: de situações críticas, como catástrofes, em que a infraestrutura de uma região é devastada, não restando qualquer possibilidade de acesso à água potável, passando por países ou comunidades carentes de um sistema de água e esgoto, até empresas que estejam em busca de soluções sustentáveis e inovadoras para o tratamento, seja para a entrada (input) ou para a saída (output), da água”, explica Greger Nilsson, responsável pela área de desenvolvimento.
Primeiros testes
Em abril, a equipe da Greenwater fez os primeiros testes de campo em Ruanda, na África, com sucesso. Agora, a empresa finaliza algumas adaptações do Kit para torná-lo ainda mais eficiente para o tipo de água daquela região. O país africano deve receber 25 unidades do equipamento, que serão instaladas em escolas, hospitais, centros comunitários, entre outros.
No Brasil
O Brasil também está no cronograma de testes da companhia. O objetivo é atingir dois grupos: um deles é formado por comunidades carentes, como favelas, e populações que vivem em regiões afastadas dos centros urbanos, muitas vezes sem acesso a saneamento e água potável. O outro grupo é formado pelos setores da construção civil, principalmente nos novos projetos de condomínios e casas autossustentáveis, e pela agricultura de diversos portes.
“Nossa meta é, antes de mais nada, entender as necessidades específicas de cada comunidade, e então oferecer a solução mais adequada, num diálogo sustentável”, explica Telma Gomes,  gestora internacional do projeto. “Trabalhamos alinhados à meta número seis dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, compilados pela ONU, que é assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todos até 2030.”

sexta-feira, agosto 12, 2016

Dia Mundial dos Elefantes alerta para riscos alarmantes de extinção

Em junho deste ano, os EUA proibiram o comércio de marfim na tentativa de salvar os elefantes vítimas dos caçadores. Pouco depois, foi a vez da África pressionar o Reino Unido para proibir a caça dos animais, logo após uma operação massiva que realocou 500 elefantes para salvá-los da extinção.
Na mídia e entre celebridades, a hashtag #SaveTheElephants tornou-se um grito de guerra, engajando figuras públicas como Leonardo DiCaprio e Lupita Nyong’o na causa. Agora se aproxima uma das datas mais importantes que marca a luta em defesa dos elefantes: o World Elephant Day (Dia Mundial dos Elefantes), no dia 12 de agosto.
A data foi criada em 2012, para chamar a atenção para a situação urgente de elefantes asiáticos e africanos. Apesar de os elefantes serem amados, reverenciados e respeitados em várias culturas ao redor do mundo, a espécie está à beira da extinção devido à violência e irresponsabilidade humanas.
“Admiramos elefantes em parte porque eles demonstram que consideramos os melhores traços humanos: empatia, auto-consciência e inteligência social. Mas a maneira como os tratamos só coloca em exposição o pior do comportamento humano,” declara Graydon Carter, editor da Vanity Fair, aosite oficial da campanha.
O número de elefantes caiu 62% nos últimos dez anos, e eles podem ser praticamente extintos até o final da próxima década. Estima-se que 100 elefantes africanos são mortos a cada dia por caçadores em busca de marfim, carne e partes do corpo, deixando apenas 400.000 restantes, segundo . Um desejo insaciável de produtos de marfim no mercado asiático faz com que o comércio ilegal de marfim seja extremamente rentável, o que levou ao assassinato de dezenas de milhares de elefantes africanos. Entre 2010 e 2014, o preço do marfim na China triplicou, piorando ainda mais o cenário.
Para salvar essa espécie magnífica da ganância humana, é preciso lutar por políticas de proteção rígidas para elefantes, tanto a nível local quanto internacional, proibindo definitivamente a caça e o comércio de marfim. Além disso, é preciso investir na melhor gestão dos habitats e na educação sobre o papel vital do elefante nos ecossistemas. Como medida emergencial, há também a reintrodução de elefantes cativos em santuários, que permitem a reposição natural das populações ameaçadas.
Estes são apenas alguns dos objetivos lançados pelas organizações em defesa dos elefantes pelo mundo todo, e elas precisam da ajuda de todos nós para continuar lutando pelos direitos dessa espécie. Uma das formas de ajudar é assinando a petição da campanha mundial e fazendo doações, mas também compartilhando e espalhando a ideia para que mais pessoas se sensibilizem com a situação dos elefantes e transmitam a mensagem da compaixão e respeito adiante.

Cientista faz revelação fantastica: ''A morte é apenas uma ilusão: nós continuamos a viver em um universo paralelo''

Uma nova teoria científica sugere que a morte não é o evento terminal que pensamos. Um tempo atrás, os cientistas relataram que encontraram a primeira evidência de universo paralelo. Esta descoberta nos leva a um assunto instigante chamado de "Biocentrismo" Robert Lanza, MD, cientista, teórico e autor de  "O biocentrismo" - Como vida e consciência são as chaves para entender a verdadeira natureza do Universo,  pensa que há muitas razões pelas quais não vamos morrer.
Para ele, a morte não é o fim, como muitos de nós pensamos. Acreditamos que vamos morrer, porque é o que nos foi ensinado, Robert Lanza diz em seu livro.

Será que você continuar a viver em um universo paralelo?

Há muitas experiências científicas que questionam seriamente o termo morte, tal como a conhecemos.

De acordo com a física quântica certas observações não podem ser previstas com certeza. Em vez disso, há uma gama de possíveis observações cada uma com uma probabilidade diferente. 
A interpretação "de muitos mundos", afirma que cada uma dessas observações possíveis corresponde a um universo diferente, o que é geralmente chamado de "multiverso".
Robert Lanza tomou estas teorias ainda mais interessantes.
Ele acredita que "há um número infinito de universos, e tudo o que poderia acontecer ocorre em algum universo.

Sua energia nunca morre

A morte não existe em qualquer sentido real nesses cenários. Todos os universos possíveis existem simultaneamente, independentemente do que acontece em qualquer um deles.
Embora corpos individuais estão destinados a auto-destruição, o sentimento vivo - o "Quem sou eu?" - É apenas uma fonte de 20 watts de energia operando no cérebro. Mas esta energia não desaparece com a morte. Uma das mais seguras axiomas da ciência é que a energia nunca morre; ele pode ser criada nem destruída ".
Esta energia pode transcender de um mundo para outro.

A importância da consciência

"Considere o princípio da incerteza, um dos aspectos mais famosos e importantes da mecânica quântica. Experimentos confirmam que está integrada no tecido da realidade, mas ela só faz sentido de uma perspectiva biocêntrica.
Se há realmente um mundo lá fora, com partículas saltando ao redor, então devemos ser capazes de medir todas as suas propriedades. Mas nós não podemos. Por que isso deveria importar a uma partícula que você decidir para medir?

A morte pode não ser verdadeira em todos os ...

Considere a experiência da dupla fenda: se um "relógio" uma partícula subatômica ou um pouco de luz passa através das fendas em uma barreira, ela se comporta como uma partícula e cria batidas de aspecto sólido por trás das fendas individuais sobre a barreira final que mede os impactos .
Como uma pequena bala, que logicamente passa através de um ou do outro furo.
Mas se os cientistas não observam a trajetória da partícula, então ela exibe o comportamento de ondas que permitem que ela passe através de ambos os furos, ao mesmo tempo.
Por que a nossa observação pode mudar o que acontece? Resposta: Porque a realidade é um processo que requer a nossa consciência ", diz Lanza.

Você não existiria sem a consciência. Uma das razões para Robert Lanza achar que você não vai morrer, é porque você não é um objeto. Você é um ser especial. De acordo com biocentrismo, nada poderia existir sem consciência. Lembre-se que você não pode ver através do osso que circunda o cérebro.

O espaço e o tempo não são objetos duros, mas as ferramentas de nossa mente usa para tecer tudo junto.
Tudo o que você vê e experimenta agora é um turbilhão de informações que ocorre em sua mente. O espaço e o tempo são simplesmente as ferramentas para colocar tudo junto.
Lanza recorda que a morte não existe em um mundo sem espaço atemporal.
Não há distinção entre passado, presente e futuro. É apenas uma ilusão teimosamente persistente.
A imortalidade não significa uma existência perpétua no tempo sem fim, mas reside fora de tempo completamente.
Albert Einstein disse uma vez: "A realidade é meramente uma ilusão, embora um muito persistente."
Como podemos dizer o que é real e o que não é? Como podemos saber com certeza que o nosso cérebro não está nos dando a ilusão de um mundo físico
?