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terça-feira, janeiro 12, 2016

O “Homem que criou” HIV-SIDA finalmente “descobre” a vacina

Segundo o jornal Africa24News, Dr. Robert Gallo o homem acusado de ter “criado” o HIV-SIDA nos anos 1970, apareceu agora, 45 anos depois, ã dizer que descobriu a vacina contra a doença.
MAPUTO - Em 1984, Robert Gallo foi um dos co-autores do estudo que identificou o HIV como causador da SIDA. Depois, ele foi o primeiro a desenvolver um exame de sangue que detecta o vírus (Inventou o primeiro teste que detecta o vírus).

Agora, 31 anos depois da identificação do HIV como causador da SIDA, ele e sua equipe do Instituto de Virologia Humana da Universidade de Maryland estão a começar a testar em humanos uma vacina contra o HIV potencialmente revolucionária.

Embora outras vacinas se concentrem em cepas específicas do HIV, o tratamento desenvolvido por Gallo tem uma abordagem diferente.

A ideia é bloquear o vírus antes que ele invada as células T (um componente central do sistema imunológico) e entre em mutação, quando isso acontece (mutação), o HIV se torna invisível para o sistema imune e fica muito mais difícil de tratar.

Se o tratamento for bem sucedido, a vacina pode oferecer protecção contra uma grande classe de vírus conhecidos colectivamente como “HIV-1”.

Gallo disse à revista Science que a vacina está a ser desenvolvida há 15 anos.[EL]


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Um comentário:

lobato disse...

Afirma ter descoberto a cura total da AIDIS, Câncer e Diabete (Doença Tropical Dengue). OU-Zika Vírus, da Chikungunya.
o SORO ANTI – AIDIS.

BASTA APÉNAS MUDAR O VENENO DAS COBRAS
PELO SANGUE DO MORCEGO HEMATRÓFOGO (VAMPIRO) CONTAMINADO
PELO SANGUE HUMANO DO PACIENTE COM AIDIS, DOADO PARA
ALIMENTAÇÃO DO MORCEGO. E seguindo o mesmo processo de fabricação do soro antiofídico.
MORCEGO HEMATRÓFOGO (VAMPIRO). Possui agentes
Defensivos que elimina o vírus da AIDIS.
CAVALOS: POSSUEM ALTAS TAXAS DE IMUNOLOGIA.

o SORO ANTI – DENGUE,
OU-Zika vírus, da Chikungunya.

Libélula: Muito simples a cura da dengue só precisa alimentá-las com lavras do mosquito Aedes Aegipti adormecida em recipiente... OU Zika Vírus, da Chikungunya.
com água misturada com sangue humano contaminado com á dengue Tipo C
ou em outro recipiente com dengue tipo B hemorrágica... OU zika vírus, da chikungunya.

Tirando o sangue da Libélula e seguindo o mesmo processo de fabricação do soro antiofídico. Libélula. Possui agentes Defensivos que elimina o vírus da DENGUE, OU-Zika Vírus, da Chikungunya.

CAVALOS: POSSUEM ALTAS TAXAS DE IMUNOLOGIA.

Luta de Vital Brasil para obter soro antiofídico é relançado cem anos depois.

Equinos produzem os anticorpos que barram o veneno das cobras

1. O primeiro passo: Para se produzir o soro é extrair o veneno de uma serpente — ou de um grupo delas do mesmo gênero, se o objetivo for uma vacina "multiuso". Para coletar o veneno das glândulas que secretam a substância, basta pressioná-las com as mãos ou aplicar um pequeno choque. Em pouco tempo, a serpente repõe sua peçonha (veneno).

2. Um cavalo recebe o veneno em pequenas e sucessivas doses, que não prejudicam a sua saúde. Ele então começa a produzir anticorpos contra a peçonha. Por que são usados os cavalos? "Poderia ser qualquer animal, mas o cavalo é dócil e tem um rendimento maior na produção de anticorpos que outros mamíferos", diz a bioquímica Hisako Higashi, do Instituto Butantan

3. Após dez dias, amostras de sangue são retiradas do cavalo até se constatar que já há anticorpos suficientes no corpo do animal — o que leva, em média, 15 dias. Quando isso ocorre, até 16 litros de sangue são colhidos. Então, separa-se o plasma, parte do sangue onde ficam os anticorpos. O restante é reintroduzido no animal

4. O plasma do sangue é purificado em reatores e diluído. Aí o soro já está pronto. Quando uma pessoa é picada por uma cobra peçonhenta, precisa receber a substância salvadora o mais rápido possível. No organismo da vítima, os anticorpos do soro se misturam com o veneno, neutralizando sua ação pouco a pouco. Em geral, o paciente se restabelece após um dia de tratamento.


Fonte o próprio autor: Carlos Francisco Lobato Álvares da Silva.
E- mail. lobatonet@gmail.com